sexta-feira, 2 de agosto de 2019

DESCOBRIR O DESCOBERTO NA TAILÂNDIA

Nunca ouvi falar na Inês Castel-Branco, mas sei agora que é uma jornalista da estação televisiva SIC, muito desempoeirada com dois palminhos de cara. A Inês veio à Tailândia descobrir nada porque esta já eu a descobrir, durante 42 anos aqui vividos e colaborado em filmes por várias vezes com a RTP e televisão de Macau. 
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Ora a SIC é uma estação de televisão que vive da publicidade, os comunicadores sabem disso e fazem o seu melhor na arte de saber impressionar. Hoje as televisões vivem das telenovelas, daquelas séries em que encafuam uma dúzia de jovens, dos dois sexos, numa casa e aquilo até dá, aso, a "bacanal". 
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O pagode gosta disso, os políticos agradecem para continuar a "pifar" o dinheirinho, bem escasso, do contribuinte. 
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Mas vamos lá a reportagem da Caste-Branco que descrevemos e legendamos em fotografias pifadas do documentário em questão.
A jornalista Castel-Branco, lado esquerdo, bate palmas enquanto canta com a veterenária Sandra Duarte Cardoso, Presidente da "SOS Animal Portugal", que guia o ligeiro SEAT, onde se verifica, nitidamente, a marca do carro, de orígem espanhola que certamente financiou parta da viagem.
Como assim deve ser como manda o protocolo, visitou o embaixador Francisco Vaz Patto, representante de Portugal na Tailândia. Fez referência ao mural do Vhills, cujo este nós fizemos em grande plano, em duas reportagens, que se poderão ver neste portal.
Diplomaticamente e com simpatia as duas senhoras são recebidas, com um beijo, pelo embaixador Vaz Patto, junto à arcada da casa sino-português e tem sido residência de feitores, cônsules e embaixadores há mais de século e meio.
Na varanda, à qual baptizei de "Nobre Casa", embaixador Vaz Patto vai informando um pouco da história e dos feitos dos portugueses desde 1511.
Na aprazível varanda da "Nobre Casa", as duas senhoras vindas de Lisboa, conversam, com embaixador Vaz Patto e seu marido,americano, Kevin Colleary.
Inês Castel-Branco, viajou ao bairro português de Santa Cruz, visitou a fábrica dos queques, e o museu que alí existe, graças ao empenho de uma senhora luso-descendente.
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PARTIDA DA JORNALISTA E SUA ACOMPANHANTE PARA CHIANG MAI.
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A jornalista fez, por um lado um bom trabalho que para tal contribuiu uma senhora tailandesa protetora de animais e por outro péssimo, que deteriorou  o documentário, que sensibilizar as pessoas pela tortura a um elefante jovem,  dentro de um "chiqueiro". 
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Esse pedaço de gravação pelo nosso entender vem ao gosto do presidente da "SOS Animal Portugal" Sandra Duarte Cardoso. 
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A seguir publicamos, horríveis imagens vistas no filme, pelo tão mau gosto de quem o realizou. Afianço que essa gravação não teve lugar na Tailândia, onde todos os animais têm um espaço na sociedade tailandesa. Por um mal trato a um animal sujeita-se, aquele que o fizer, a ir parar à cadeia.

Terminamos: os elefantes têm um espaço especial na sociedade tailandesa e de forma alguma são maltratados.
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Para ver o documentário, tirado o URL da página do Facebook da Embaixada de Portugal. CliqueAQUI

José Martins