quinta-feira, 18 de abril de 2019

EU E JOSÉ RAMOS HORTA NA INDEPENDÊNCIA DE TIMOR-LESTE

Joaquim Amaral partilhou uma publicação.
Agradeço imenso a todos pela vossa valioso contribuição da liberdade de Timor Lestede
Joaquim Amaram é Sua Excelência o Embaixador de Timor-leste, acreditado no Reino da Tailândia, onde se encontra, presentemente a cumprir sua missão como representante de Timor Leste. Diplomata sabedor, muito calmo e temo-lo visto em vários eventos, diplomáticos entre estes os referentes ao mundo Lusófono a qual seu país pertence.


INSERIDO NA PÁGINA DAS MINHAS GAVETAS.AQUI
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EU E JOSÉ RAMOS HORTA NA INDEPENDÊNCIA DE TIMOR-LESTE
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Sou, como outros jornalistas e correspondentes estrangeiros, um anónimo que contribuiu para a auto-determinação de Timor-leste. Banguecoque foi a base, capital do Reino da Tailândia, onde praticamente se deu o início à missão impossível. 
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Sem dúvida alguma que José Ramos Horta foi um gigante que lutou e ultrapassou seu limite de forças contra o maior país da ASEAN, a Indonésia, apoiado pelos países membros. 
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José Ramos Horta é um inteligente político e não menos um excelente diplomata. Contribui e sem mim não seria possivel estar presente numa conferência de imprensa numa casa entre os arrozais, alagados de água, junto ao aeroporto internacional (antigo) de Banguecoque. 
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José Ramos Horta, em Banguecoque, estava a ser localizado pela polícia, para o colocar fora do país. Esteve na conferência onde o esperava a fina flor da imprensa internacional. Ali a polícia o aguardava e depois da conferência colocou-o,diplomaticamente, na sala VIP do aeroporto e dali partiu mais Mari Alkatari. 
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Durante o percuso, incerto, de uns 5 anos acompanhei todo o processo da independência de Timor-leste. 
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Fiz notícias para a Agência Lusa, directos para a Rádio Renascença e fui eu, o primeiro, na língua portuguesa, que entrevistei, quando procurado pela polícia tailandesa, o jornalista Max Sthal, em minha casa onde me dá conta do “Massacre do Cemitério de Santa Crúz” em Dili (que filmou) que seria publicado em 5 páginas no semanário “Tribuna de Macau”. 
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Encadernei 4, grossos volumes, de todo o processo de minha acção e o que foi publicado na imprensa de Banguecoque. 
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Volumes que ofereci ao meu Amigo Embaixador de Timor-leste Joaquim Amaral, acreditado no Reino da Tailândia, para que esses volumes, conteúdos preciosos, sirvam para memória futura e como foi penoso o processo da independência de Timor-leste em Banguecoque. 
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Fomos todos Davids a lutar contra Golias. Se houve injustiças essas foram esquecidas por mim. Fui como outros correspondentes, anónimos, que demos a cara, sem medo, a forças ocultas que as viríamos a vencer. Contribuímos, pelo amor liberdade de um Povo e satisfeitos vê-lo livre!
José Martins