quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

MEMÓRIAS DOS TEMPOS IDOS - VISITA À NOBRE CASA

Algumas pessoas da imagem já não pertencem ao número dos vivos. Imagem obtida em 1984 e quando o tempo áureo chegava à embaixada de Portugal em Banguecoque. Algo mais, nesta imagem, mudou. Todas as pessoas estão sentadas nos degraus da arcada para a relva do jardim. Hoje esses degraus desapareceram, afundando-se.... Porém todos os representantes de Portugal que vieram depois do Embaixador José Eduardo de Melo Gouveia (sexto vista a imagem de frente e do lado esquerdo) esbanjaram dinheiro, em obras, de qualquer maneira e feitios, muitas desnecessárias e nenhum procurou consolidar os alicerces do histórico palacete mandando injectar cimento na base da estrutura. Os quatro últimos anos tem sido, abusivamente, vandalizado por dois embaixadores, um Luis Barreira de Sousa e o presente Francisco Vaz Patto, que deveriam ser chamados à responsabilidade pela destruição da originalidade de um edifício único em todo território nacional.
José Martins