sexta-feira, 19 de outubro de 2018

TRATADO DAS BEBIDAS ALCOÓLICAS ENTRE PORTUGAL E A TAILÂNDIA


Um documento, histórico, com 135 anos. Nele se poderá ler as regalias que o Reino do Sião dava a Portugal cuja estas nunca seriam aproveitadas. 
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Infelizmente somos aquilo que não deveríamos ser que se veio a refletir nos dias actuais. Os cônsules portugueses para Banguecoque, destacados, ociosamente iam passando o tempo, arrendando parcelas de terreno do doado por Sua Majestade o Rei Rama II, para sobreviverem, porque de Macau ou de Goa raramente lhe chegava dinheiro para fazer face às despesas do funcionamento do Consulado.
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Nada mudou! Continuamos cada vez mais a vender menos e com uma balança, comercial, desajustada e a favor da Tailândia. 
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Vinhos Portugueses, nas grande superfícies, encontrá-los é o mesmo que achar agulha em palheiro. 
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No entanto, as despesas da missão diplomática continuam a crescer com um embaixador, um número 2, uma adida cultural e um do delegado do AICEP. 
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Serviço consular, um funcionário tailandês, um português a ganharem ordenados da "mação do porcos", ou melhor de morrer à fome.
José Martins