segunda-feira, 30 de outubro de 2017

DIVULGAMOS - EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE



Gala de beneficiência com o espetáculo “Sagração da Primavera”, da Companhia Olga Roriz QUINTA 9 NOVEMBRO | 17.30 | Residência de Portugal
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A Embaixada de Portugal, o Centro Cultural Português Camões e a Friends of the Arts Foundation têm a honra de lhe enviar o convite para a gala de beneficiência  com o espetáculo “Sagração da Primavera", da Companhia Olga Roriz
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Quinta-feira, 9 de novembro, às 17.30
na Residência de Portugal
 Tratando-se de uma gala de beneficiência, com o objetivo de angariar fundos para bolsas de estudo, é requerida a doação de 5000 baht ou 10000 baht, através de https://www.ticketmelon.com ou 085 100 3050


A Companhia Olga Roriz, fundada em 1995 com o apoio financeiro do Ministério da Cultura / Instituto das Artes e dirigida pela coreógrafa Olga Roriz tem sido ao longo dos anos uma referência de qualidade profissional e artística no panorama nacional e internacional da dança contemporânea.
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A Companhia Olga Roriz serve de campo de pesquisa, experimentação e desenvolvimento do seu método criativo, consolidando a sua linguagem coreográfica com a forte vertente teatral e o seu apurado sentido estético, plástico e visual de todas e cada uma das suas peças.
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Uma das características mais marcantes do trabalho da Companhia é a sua vertente pluriartística. Embora o corpo surja invariavelmente como expressão máxima do seu trabalho, aí se cruzam elementos de diferentes áreas artísticas. Os espectáculos da Companhia são o resultado de um processo criativo eivado de referências ao universo teatral, literário, cinematográfico, fotográfico e outros que parecem ser tangenciais à arte mas que actuam igualmente como fonte inspiradora e instrumentos de trabalho.
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Este tempo de pesquisa funciona como um laboratório de criação artística onde ao lado de bailarinos se cruzam intérpretes de outras áreas e formações e se encontram artistas de diferentes gerações. Voltando à realidade incontornável do lugar que Olga Roriz, desde os finais da década de 70, ocupa no panorama da dança portuguesa, é de salientar que apesar da Companhia ter sido fundada em 1995 não começou de um início inexperiente, mas sim, deu continuidade a um percurso já solidificado e de reconhecido mérito artístico e profissional pelo público e pela crítica nacional e internacional.
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Todas as obras da autora surgem carregadas de metáforas e imagens que fazem conviver mundano e inédito, amor e ausência, vida e morte, tragédia e humor e onde a fealdade não se mascara mas surge aos olhos com uma crua beleza e simplicidade. O método de trabalho das suas obras, desde o início da sua carreira até aos dias de hoje, questiona o papel da dança contemporânea no panorama cultural, conduzindo à reflexão sobre os seus limites, estrutura e objectivos.