quinta-feira, 2 de abril de 2015

BANGUECOQUE: "EM ANDAMENTO A CÂMARA DE COMÉRCIO LUSA TAILANDESA"




Desde há dois anos e quando embaixador Luis Barreira de Sousa foi acreditado como representante de Portugal no Reino da Tailândia, seu propósito, foi a implantação de uma Câmara de Comércio Lusa-Tailandesa com a finalidade de incrementar as relações comerciais entre as duas nações amigas, cujo relacionamento, amistoso, vem dos anos 1511, havendo, assim, 504 anos.
A instalação da representação comercial de Portugal situa-se no super-mega área de exposições IMPACT, arredores de Banguecoque, onde constantemente são exibidas amostras de produtos tailandeses e de países acreditados, diplomaticamente, no Reino da Tailândia.
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Contactado, por este blogue, Embaixador Luis Barreira de Sousa em cima do seu projecto e iniciativa, informou que as relações comerciais entre Portugal e a Tailândia, desde o encerramento do Gabinete do ICEP, sob o tecto da Chancelaria da Embaixada de Portugal, em Junho de 2002, entraram no marasmo, enquanto o desenvolvimento económico da Tailândia e países do Sudeste Asiático, não estagnou.
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Acrescentou: “Banguecoque é o centro comercial do Sudeste Asiático que engloba os países: Birmânia (Myanmar), Cambodja Malásia, Singapura, Tailândia e Vietname, para quais países, estou acreditado, pretendo, com isto, dinamizar o relacionamento comercial de uma economia aberta e construtiva”.
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Em vista e a guardar nomeação permanente um representante do AICEP baseado nas instalações da Câmara do Comércio Lusa Tailandesa, na "Impact Exhibition Centre"
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Embaixador Barreira de Sousa e pelos laços, estreitos, que mantém com a hierarquia da Igreja do Vaticano, em Banguecoque, pretende acelerar o turismo religioso e levar uns milhares de católicos tailandeses viajar à Cova da Iria.
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A Câmara do Comércio Lusa-Tailandesa, de momento, tem como representante na cidade, nortenha, de Chiang Mai, Nuno Caldeira da Silva, recentemente aprovado pelo embaixador Luis Barreira de Sousa e nomeado, pelo ministro dos negócios Estrangeiro Rui Machete, Cônsul Honorário de Portugal naquela cidade.
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Nuno Caldeira da Silva, possui um vasto curriculum: licenciado pela Universidade de Lisboa; ex-funcionário da Portugal Telecom Internacional; Directel Macau Ltd; ex-Conselheiro Comercial da Embaixada de Portugal em Banguecoque; ex-diplomata da Delegação da Comissão da União Europeia, em Banguecoque, presentemente professor da USAC – Chiang Mai University (Universidade de Chiang Mai)

Contactado, por este blogue, Nuno Caldeira da Silva informou que devido à recente geminação da cidade do Porto com a de Chiang Mai, na qual, oficialmente, é o representante de Portugal, vai ser instalado um "showroom", na parte velha da cidade e centro turístico, para a divulgação do Vinho do Porto e o turismo do velho, invicto, burgo tripeiro. 
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Não está fora de hipótese, dado Nuno Caldeira ser um bom "garfo" e apreciador/enólogo de vinhos de boa cepa, a abertura de uma “tasca”, semelhante, às tantas, que ainda existem, tradicionais, nas ruas e vielas da cidade do Porto.  
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Em data anunciar, prevista, a vinda do Presidente da Câmara Municipal do Porto Rui Moreira, o ministro da Economia Pires de Lima, Rui Machete, ministro dos Estrangeiros e o Secretário de Estado paras as Comunidades Portuguesas José Cesário.
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Na cidade, nortenha, de Chiang Mai, Nuno Caldeira da Silva mantém relacionamento, salutar, com personalidades, locais, que serão frutíferas para a divulgação cultural e comercial de Portugal naquela cidade, situada nas terras altas do Reino da Tailândia.
José Martins 

"A NOSSA MENTIRA,TRADICIONAL, DE 1 DE ABRIL"

BANGUECOQUE: "EM ANDAMENTO A CÂMARA DE COMÉRCIO LUSA TAILANDESA" 

Desde há uns 20 anos e residente na Tailândia que forjo uma mentira no dia 1 de Abril. 

A primeira foi em Abril de 1995, aberto, ao público, o Restaurante Caldo Verde, no centro de Banguecoque. Notícia enviada para a Agência Lusa (delegação em Macau) que meteu na linha noticiosa. 

No dia 2 de Abril iriam ser inauguradas, com grande pompa, as novas obras no antiga paróquia de São Domingos, no Ban Portuguet (Aldeia dos Portugueses) na antiga capital da Tailândia,em Ayuthaya (favor cliqueAQUI). 

O Director da Lusa, o amigo de longa data, Gonçalo César de Sá, enviou o jornalista João Roque, para reportar o acontecimento. No dia 1 de abril, pela tarde fui aeroporto e à porta do avião buscar o João Roque para o hotel. 

Ainda dentro do aeroporto e a caminho do parque de automóveis, diz-me o João Roque: "bem logo à noite vamos jantar ao Restaurante Caldo Verde e ver aquilo.... Respondo-lhe: meteu a notícia na linha? Meti. Olhe que isso foi a aldrabice de 1 de abril... O João encolheu os ombros, como que: não faz mal".

Ano seguinte forjei outra "galga" que enviei pelo faxe que era a descoberta de um baú com manuscritos do Fernão Mendez Pinto, datados em 1545 e de quando a passagem do aventureiro, do ocidente, que melhor soube descrever a Tailândia. 

Não tardou  receber do Gonçalo César de Sá um faxe a dizer-me: "a Lusa tem tem o 1 de abril... No mesmo faxe escrevi e enviei: "não sabia que a Lusa era vírgem".

A mentira de ontem e relativa à Câmara de Comércio Lusa Tailandesa foi o lembrar-me de que há 19 anos esteve agendada a abertura de uma Associação Comercial e em vista à próxima escala da TAP Air Portugal que viria acontecer em Abril de 1997.

Estive envolvido no projecto em conjunto com um importante homem de negócios, tailandês, senhor Amarim Khoman, que além de presidente de um grupo de companhias, uma era da linha aérea Israelita. 

Ora em princípio e proposto pelo embaixador Mesquita de Brito seria o senhor Amarin Khoman o representante do Tap Air Portugal na Tailândia. Porém a "mafia" do representante do TAP em Macau, movimentou-se, e nomeia um outro representante a gosto dele, para Banguecoque e acabaram de dar ao sr. Amarin Khoman a agência do TAP "cargo".  

Veio o desinteresse, morreu ao nascer associação  Associação Comercial Luso-Tailandesa. A linha aérea da TAP para o Oriente viria, também, a morrer meses depois.

Depois dessa data foram acreditados, na Tailãndia, 5 embaixadores (não vale a pena designar nomes) que mais se interessaram de passar o tempo das comissões, mandar mensagens, para o Palácio das Necessidades, cozinhadas dos recortes dos jornais. As lamúrias e mentiras endémicas: "nem lá vou nem faço nada" 

Com isto a embaixada de Portugal em Banguecoque é um "mamarracho", plantado há 195 anos no local mais nobre da capital tailandesa que tem sido dirigida por pessoas erradas no lugar certo.

Em tempo voltarei ao assunto.

José Martins