quinta-feira, 1 de maio de 2014

EU E O FERNANDO OLIVEIRA A OLHAR PELA CORTIÇA

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Fernando Oliveira pelos anos de 1985 na chancelaria da Embaixada de Portugal.
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Em Banguecoque com o meu amigo Fernando Oliveira, director de vendas do gigantesco Grupo Amorim. 
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Fernando Oliveira chegou a Banguecoque e assentou arraiais na Embaixada de Portugal na capital tailandesa por volta dos anos de 1982. 
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Embaixador José Eduardo de Mello Gouveia (falecido em Novembro de 2012) em missão de serviço, foi acreditado representante de Portugal no Reino da Tailândia em 8 de Agosto de 1981 e pretende activar o comércio entre Portugal e a Tailândia, convidando várias empresas, portuguesas, estabelecerem seus escritórios, na chancelaria e uma das quais seria a Corticeira Amorim que enviou o Fernando Oliveira, um fogoso jovem na casa dos 28 anos, com um bilhete de avião de um ano e baseado em Banguecoque desenvolveria o comércio da cortiça e seus afins desde a capital da Tailândia, os países do Sudeste Asiático, Índia, Paquistão, Singapura, Malásia, Hong Kong, Taiwan e Japão. Parte dos países da Àsia eram belas adormecidas e cortiça apenas se vendia em rolhas ou bolas de badmington. 

 Fernando Oliveira a revestir o chão de uma das salas da chancelaria da embaixada com ladrilhos de cortiça.
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Fernando Oliveira, trabalhou, quando em Banguecoque, no mesmo gabinete que eu, na embaixada por uns 12 anos e seu patrão Américo Amorim um amigo que ofereceu além de máquinas de escrever eléctricas IBM ladrilhos de cortiça para forrar o chão da chancelaria. 
 Fernando Oliveira, conversa com vice-cônsul José de Souza (já falecido), na secção consular, pelos anos de 1986.
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Oliveira multiplicou as vendas da cortiça (em várias aplicações) e criou a sua clientela e já não necessita de estar baseado na Tailândia, mas vem visitá-la duas vezes por ano. Porém quando Fernando Oliveira vem para a Ásia, de Portugal envia-me um e-mail e carrega, com a sua volumoso bagagem, 4 ou 5 quilos de bacalhau que por mais estranho que possa parecer não se vende, seco ou molhado, o fiel amigo, na Tailândia. 
Conheço os meus amigos chegados a Banguecoque pelo bacalhau já que sou um pobre dele. Bacalhau com amor se paga e levei, o meu amigo Fernando Oliveira, visitar a mega exposição “Architect” que a 40 quilómetros do centro de Banguecoque está a ser levada a efeito. 
O Oliveira além de ali clientes seus exibem seus produtos fez novos contactos. Hoje a cortiça não se vende, na Ásia, em rolhas e bolas de badmington mas em "milhentas" aplicações desde a juntas de expansão, ao isolamente estático de centrais de computadores como a destinada a decorações de casas etc.etc.
.A lista de, centenas,empresas da mega exposição "Architect 2014"AQUI.
Milhares de metros quadrados ocupam dezenas de pavilhões de amostra e serviços.
 A arte, moderna, de iluminação
 Jovens bonitas, hospedeiras dos pavilhões, é uma decoração das feiras de amostra
Nem só da cortiça vive o Fernando Oliveira e o gosto de ficar, no boneco, com jovens giras....
Gostaria de ver ali, representado, um pavilhão de Portugal exibindo o que de bom temos para oferecer. 
Os italianos estão em todos os lados....
 Novidades na arte de construção e decoração...

Chãos de várias cores de tinta com cimento...
Fernando Oliveira fazendo contactos, comerciais, enquanto eu vou batendo umas imagens... 
O pavilhão dos "Freelance Architect"
Foram quatro horas no mundo de negócios. Fernando Oliveira não perde oportunidade de obter novos clientes...
 Pavilhão de amostra de projectos para Myanmar e Cambodja. Aqui vai a informação para Portugal...
Projectos para a China...
..... desenhos de decorações para paredes....
O monumental pavilhão da Tailândia para Expo Milão em 2015

O vidro na arquitectura e construção de grandes edifícios
Revestimentos de paredes de casas e portas...
O pavilhão de laminados.Lembrei-me do meu velho amigo, António Lima, reformado, como eu e director de exportação da SONAE e duas dezenas de anos a vender laminados na Ásia
A congregação de departamentos do Governo da Tailândia...
O pavilhão dos prémios concedidos pelos desenhos apresentados.
Mobilia importada. Lembrei-me que a fina mobília de Portugal (Paços de Ferreira) ficava aqui bem...
O filme para revestir vidros de casas e automóveis e proteger dos raios solares representado...
Maquetes de casas de vários modelos e feitios que ali mesmo podem ser vendidas...
E Fernando Oliveira fazendo pela cortiça e levantando a economia portuguesa...
Mais maquetes de casas luxuosas prontas a ocupar...
Coberturas de casas e telhas coloridas...
E Fernando Oliveira continuando nos contactos e fazendo pela cortiça...
Uma impressionante fotografia de um arranha-céus da cidade de Banguecoque moderna...
Troca de cartões de visitas e os negócios virão para mais tarde...
Fernando Oliveira não perde pitada....
Portas de abrir, fechar e correr e a hospedeira linda!
 Um anjo que não me importaria ser levado para o céu nas suas asas...
Uma mesa de madeira, maciça,   de Teca com 3 metros de comprimento e 10 mil dólares o seu custo....
Bonitas e apresentam-se bem!!!
Milhares de visitantes em procura de novidades...
A arte de bem viver para quem posses tiver....
Parti eu e Fernando de Oliveira do certame eram 3 da tarde. Levei-o ao hotel, despedi-me até Dezembro e recomendei-lhe: "traga-me bacalhau!"
José Martins