quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

NA ROTA DOS PORTUGUESES NA TAILÂNDIA – ANA GORJÃO HENRIQUES


 

Depois de vários trabalhos relacionados com actividades de portugueses no Reino da Tailândia, chegou a vez de falarmos de uma senhora que ocupa um lugar de destaque como directora-geral de um complexo turístico, internacional, de alta qualidade.
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Ana Gorjão Henriques, pragmática, profissionalmente sabedora do míster de arte de receber gente de todos os níveis sociais chegados, a seu local de trabalho, de diversos países do mundo.
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Gente de Portugal espalha-se pelas  sete partidas de globo terrestre de grande valor e parte, anónimamente, vai exercendo profissões de alto nível que é o caso de Ana Gorjão e um pouco, mais, ao sul  encontra-se o chefe de cozinha Miguel Cirne que no passado mês de setembro (2013) participou, em Banguecoque, no prestigiosa competição “Iron Chief"AQUI exibido, durante uma hora, num canal de televisão de Banguecoque e visto por milhões de pessoas e o nome de “Portuguet” (Portugal) pronunciado várias vezes.
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Mas antes de revelarmos o actividade de Ana Gorjão Henriques teremos imenso prazer de referenciar, aqui, que Portugal, a minúscula parcela, ocidental, da Europa, virada para o mar foi o primeiro país a reactar relações diplomáticas, comerciais e de navegação com o Reino do Sião em 1511.
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Na Tailândia os portugueses estabeleceram-se (note-se como gente amiga,  de bem e nunca como colonizadores, porque esta arte a gente lusa não a haja aprendido), por cerca de século e meio sem outro país da Europa conhecer a Tailândia. 
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Por 249 anos (1511-1767) os portugueses, na segunda capital da Tailândia, Ayuthaya, ajudaram Reis na conservação da soberania, no manejamento de armas, na construção de fortes, outras artes trazidas de Portugal onde se inclui a cozinha portuguesa cujo algumas especialidades se mantêm até aos dias hoje e a mais popular é o Foi Tong (fio de ovos) que se confecciona e vende por todo o reino.
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Rodamos, em viatura própria, 800 quilómetros de Banguecoque a Krabi, sul da Tailândia, onde Ana Gorjão Henriques é directora-geral do estância balnear “Phulay Bay, a Ritz Carlton Reserve”, cuja gestão total e a direcção de 240 pessoas, que exercem diversas actividades relativas ao seu funcionamento, é de sua responsabilidade.
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Só uma mulher de grande energia e  inteligência, falando várias línguas pode absorver tamanha responsabilidade de dirigir uma unidade, hoteleira, do grupo internacional “Ritz Carlton, cuja imagem de prestígio de turismo de qualidade, se espalha pelo mundo.


A indicação que nos levou, três quilómetros depois, ao encontro de Ana Gorjão Henriques e ao império, turístico que dirige
Rodamos de Banguecoque à Baía Phulay - Krabi cerca de 800 quilómetros. Pelo caminho encontramos a paisagem verde, imensa, quase sem fim, matas de árvores de borracha, palmares, coqueirais e o tráfego constante de grandes camiões que bem denotam o desenvolvimento constante da Tailândia.

Espectacular panorâmica, aérea, da estância balnear, "Phulay Bay, a Ritz Carlton Reserve",em Krabi sul da Tailândia.Neste complexo de grande luxo e disperso plena floresta vírgem. Um paraíso banhado pelo Mar de Andaman.
A porta de entrada dos hóspedes e a nossa também para o "Phulay Bay, a Ritz Carloton Reserve"
Estamos perante uma arquitectura de estilo marroquino/árabe que ao primeiro olhar nos surge pesada pelas altas e grossas paredes....
.....mas aquela impressão que tivemos antes de paredes altas e robustas, da entrada, logo se aparta de nós quando saimos do caminho,  estreito e entramos neste cenário que consideramos das mil e noites sem fim. Dá-nos a sensação, mesmo pisando alpondras, estarmos a caminhar em cima da água a espelhar a nossa figura. Ao fundo espera por nós uma jovem lindíssima, trajando de branco que nos oferece uma deliciosa e fresca bebida com paladar a limão. Trocamos breves palavras e no meio destas perguntei-lhe a sua nacionalidade que nos disse ser de nacionalidade russa.

.... inicio, então, a minha visita ao paraíso plantado na floresta virgem de pequeno carro eléctrico conduzido por uma jovem tailandesa a Ying a quem Ana Gorjão Henriques me entregou, para ser a nossa guia.
Fim da 1ª parte