quinta-feira, 5 de setembro de 2013

JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS TRADUZIDO PARA A LÍNGUA TAILANDESA



José Rodrigues dos Santos, no terceiro dia na capital tailandesa para lançar a sua obra, "Sétimo Selo", traduzida para a língua tailandesa, esta manhã deslocou-se à Universidade de Thammasat, nos arredores de Banguecoque, a convite da Faculdade do Jornalismo e Comunicação Social, daquela universidade tendo, ali, durante duas horas e meia dado uma lição a futuros jornalistas e profissionais da informação e respondendo a numerosas perguntas que jovens, dos dois sexos, lhe hajam feito. José Rodrigues dos Santos foi brilhante, recebeu palmas e tirou fotografias. Porém não autografou o livro "Sétimo Selo", nas prosa tailandesa, porque, em apenas dois dias, a 1ª edição esgotou-se e a editora "Nanmeebokes" tem no prelo a 2ª edição. O escritor e brilhante jornalista, português, encantou, pela forma e desenvolvimento como tratou o tema da comunicação social perante uma plateia interessadíssima em  escutar o mestre.
Funcionária da Universidade de Thammasat apresenta, aos jovens estudantes, de jornalismo, José Rodrigues dos Santos, antes de dar início à lição.
A sala/auditório nº.  2013, já prenchidas as confortáveis cadeiras de jovens estudantes jornalistas.
Os trabalhos são iniciados e o primeiro tema, projectado na tela, foi um curto video de José Rodrigues dos Santos, em grande reportagem para a RTP, no ano 2011, na Guerra da Líbia.
José Rodrigues dos Santos, no deserto da Líbia, em 2011, sob as granadas e tiros. Um rebelde aproxima-se dele e pede para se retirar dali e fugir do fogo do inimigo. Ouve-se o bombardeio, rebentamento de granadas e lançamento de foguetes. Guerra a sério... Em que o reporter, normalmente, pensa imune aos tiros e estes para os outros e nunca para ele!!!...
Depois da exibição do curto video em cima da reportagem que José Rodrigues levou a cabo na Líbia, em 2011, dá início à lição de jornalismo. Transmitindo suas experiências como reporter de guerra em vários países do médio oriente e outras áreas do globo.
A senhora Janejira Sereeyothin servir do elo de ligação de José Rodrigues dos Santos e os estudantes traduzindo da língua inglesa para a tailandesa. Foi brilhante!
Nesta imagem José Rodrigues dos Santos transmite à plateia como que depois de ser reporter entra no mundo literário como escritor. Informa que anteceu por acidente. Sua primeira obra  a novela "A Ilha das Trevas", onde trata a vida e tragédia de uma família timorense durante a ocupação do território pela Indonésia (1975-1999).

 O interesse dos estudantes, durante a licão de jornalismo, tomam notas, do que vão ouvindo, em sebentas.
Filas completas a tomar apontamentos...
Perguntas, a José Rodrigues dos Santos foram muitas...
Estudante de jornalismo, indonésia, a estudar na Tailândia, num inglês perfeito, faz uma pergunta ao "mestre" José Rodrigues dos Santos.
Estudantes de jornalismo optaram por gravar em video a lição e os conteúdos ali tratados.
 Intervenção de Luisa Dutra, Adida Cultural junto à Embaixada de Portugal em Banguecoque
 A senhora Janeejira Sereeyothin, mostra à plateia a novela "Sétimo Selo" e informa que a primeira edição se encontra esgotada e a "Nanmebooks" prepara para imprimir a segunda.
 Fotografia de família para lembrar, no futuro, a passagem pela Tailândia de José Rodrigues dos Santos, que certamente, vai inspirar os jovens estudantes, tailandeses, de jornalismo. 
A Faculdade de Jornalismo da Thammasat ofereceu lembranças a José Rodrigues dos Santos, a Luisa Dutra e a mim também.
A última fotografia de família. Nesta José Rodrigues dos Santos junto a Luisa Dutra e as senhoras que lhe deram apoio da editora "Nanmebooks" e Universidade de Thammasat.
 E no final, os estudantes, desejam captar uma imagem de José Rodrigues dos Santos e a recordar a sua passagem pelo auditório/sala 2013 da Universidade de Thammasat.
E encerro o meu trabalho, durante três dias, da passagem, por Banguecoque, de José Rodrigues dos Santos com uma imagem de uma jovem, indonésia, que me pediu ficar junto a ela. Eu velho que já sou, com muito prazer, aceitei o delicioso regalo. Certamente o não recusaria o Fernando Pessa que morreu com 100 anos sem nunca deixar de trabalhar na informação. Lá vou, lá vou tentar chegar a um século de vida. E esta?

José Martins