Depois de enorme popularidade e sucesso no Sudeste Asiático Henrique Calisto não está com sorte a dirigir o Paços de Ferreira. Mantêm-se a tradição: "Ninguém é profeta na sua terra"
Autor: J.S. - Record |
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Henrique Calisto não teve o regresso desejado ao comando técnico do Paços de Ferreira e sofreu a maior goleada da época, na deslocação a Braga.
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Para além do resultado amplamente negativo (5-2), o treinador perdeu Luisinho, um dos jogadores mais influentes do plantel para o próximo jogo do campeonato, frente ao Beira-Mar.
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A próxima jornada será fundamental para os castores e só uma vitória interessa para não aumentar o fosso entre as equipas que se encontram acima da linha de água.
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A ausência de Luisinho agrava as dificuldades do novo treinador até porque o extremo já tem sido adaptado a lateral. Henrique Calisto não tem nenhuma alternativa válida para ocupar o lado esquerdo da defesa, pois no plantel não existe outro jogador que reúna as características necessárias para poder transmitir a segurança desejada.
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Nuno Santos seria a alternativa mais viável, só que o jogador continua em processo de recuperação a uma lesão num joelho e ficará fora das opções durante algumas semanas.
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Já o lateral-esquerdo tunisino Chemmam, garantido no início da temporada, apenas chegará ao plantel em janeiro, uma vez que integra a equipa do Espérance Tunis que está no Mundial de Clubes.
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Assim, a solução mais previsível deverá passar pela adaptação de Fábio Faria, até porque o jogador chegou a ser testado como defesa-esquerdo quando esteve no Rio Ave, apesar de ser central de origem.
