Sunday, 21 August 2011

HENRIQUE CALISTO, O TÉCNICO DE FUTEBOL, PORTUGUÊS, NA TAILÂNDIA E AS VITÓRIAS, DO CLUBE QUE DIRIGE, O MUANGTHONG UNITED



Henrique Calisto, somam e seguem-se as vitórias do clube que dirige o Muangthong United, de Banguecoque. Ontem depois de um jogo, renhido, contra o TOT S.C. (Telephone Organization of Thailand), em sua casa, alcançou mais um sucesso, batendo a equipa das telecomunicação por 3-1, que viria a colocar o Muangthong em 2ª lugar na tabela da classificação da 1ª Liga de Futebol da Tailândia e um sério canditato, para somar às proezas de bi-campeão (2009/2010 e a decorrente, 2011. Hoje o técnico português, de 57 anos de idade, licenciado em Educação Fisica, em escassos 7 meses, firmou-se, como técnico e dirigente de atletas ligados ao futebol, no Reino da Tailândia, jogo após jogo, um Português popular, nos meios futebolísitcos. Mas todos seus êxitos grangeados tem sido a poder de muito trabalho, dedicação à profissão que abraçou, o desporto e dirigente de atletas. Calisto um homem de convicções, um amigo, pouco dado a malabarismo, de certos treinadores, portugueses (a frases são minhas) que por vezes encobrem os maus resultados, obtidos, com o martelar uma no cravo e outra na ferradura.   Henrique Calisto a sua modéstia nas palavras, proferidas, chega-me a impressionar-me pela forma que vê o mundo que o rodeia e aquele que, afincadamente, se tem dedicado. Calmo, metódico, organizado no seu trabalho e graças à sua experiência algo viria a mudar, no balneário do Muangthong United, com substanciais melhorias para o bem estar e bons resultados dos homens que dirige de várias nacionalidades.

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O homem sonha e a obra nasce tem sido o lema de Henrique Calisto, que apenas conheço, pessoalmente, há escassos meses,quando assentou, na capital tailandesa e desde dessa data o tenho acompanhado, em todos jogos sob a sua orientação na Tailândia, quer estes sejam disputados em Banguecoque ou províncias. Não erijo Henrique Calisto num pedestal falso e imaginário, na Tailândia, mas sim a realidade de mais um português, emigrante, dos tantos que temos espalhados pelas sete partidas do Mundo que produzem obra e dão nome a Portugal.
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Por tanto, como residente, neste Reino há mais de três décados, além de lidar de perto com Henrique Calisto sinto em mim um certo orgulho nele, como ontem, me orgulhei, antes do início da competição, ao redor do pequeno estádio do TOT S.C. olhar um "puto", tailandês vestido uma camisola onde nesta peça de roupa de algodão, de cor vermelha, estava estampado o nome Portugal, a esfera armilar, os sete castelos e as cinco quinas. José Martins
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As imagens a seguir dão conta, superficialmente, o passado no jogo de ontem.

 Muito bonito o encontrar-se um "puto" tailandês vestindo uma camisola com o nome de Portugal. Talvez o veja, mais vezes, em próximo futuro junto aos estádios de futebol de Banguecoque...
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O estádio do TOT S.C., antes do jogo de ontem. Excelente relvado, acanhado e não houve lugar para toda a claque do Muangthong. Mas como havia muitas brechas abertas, sem pagar o bilhete conseguiram, de fora do estádio, ver o jogo.
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É no futebol que se promovem produtos. A Tailândia, de momento com grandes indústrias, alimentares, onde não há crise de desemprego e o crescimento segue na normalidade, vêm-se fora dos estádios, antes das competições, a divulgar suas mercadorias e as que vão ao encontro do consumo, geral do público.
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Sempre,sempre as queridas e bonitas jovens tailandesas, nos jogos de futebol. Nunca escapam à lente de uma das minhas duas Nikon e ao primir do disparador. Já lhes chamo as minhas "abençoadas". As delícias da vista dos velhos, iguais a mim. Os olhos também  alimentam a alma e o coração.
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No jogo de ontem, não elegi (como habitual) a minha favorita, mas optei for duas as minhas eleitas. Não concordam por aí comigo?
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Criticam, por aí tanto os percings, um umbigo, perfeitinho da jovem, bonitona, e tão harmoniosa de barriga, fica-lhe mesmo a calhar uma decoração de pedras, preciosas de várias cores.
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De forma alguma, um sorriso de tal jeito poderia cair no esquecimento a imagem, Nunca encontrei uma  "negação" ou um sorriso áspero de uma jovem tailandesa quando me preparo para a fotografar. Por isso se dá o nome ao Reino da Tailândia o "País dos Sorrisos"!
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A equipa de Calisto, ontem, antes do jogo, em foto de família, juntamente com as crianças que levaram pelas mãos ao entrarem no relvado.
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Uma fase do jogo. O desenvolvimento do jogo, tem sido aquilo que menos tenho dado relevo. Tenho me interessado mais do que se vai passando antes e durante o jogo na assistência. O futebol é a festa do povo de todos os níveis. O futebol na Tailândia, ainda não atingiu o nível de "sarrafada" e visto como um espectáculo de despejo de alegrias e emoções.
Uma cara com um sorriso lindo, minha conhecida, entre o espaço de um losango, desenhado pela configuração da rede de nylon. Noto aqui que a rede foi ali colocada para evitar a invasão de espectadores, mas sim para proteger as pessoas de uma "bolada/tiro", porque o relvado estás a escassos metros deles. 
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O famoso, jogador Robbie Fawler, ex-goleador do Liverpool, a última aquisição da direcção do Muangthong, tem ficado no banco à espera de ser chamado por Henrique Calisto, para entrar em campo. Em três jogos e em espaços de 20 minutos, finais, ainda não fez o "gostinho" ao pé, para alegrar a claque do Muangthong Thong que lhe batem muitas palmas quando pisa o relvado. O Robbie já leva de vida 36 anos e apresenta, ainda, um cara de "menino" que não diz a idade que tem. 
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O ritual, ao fim dos jogos, haja vitória ou derrota a claque do Muangthong, canta o hino do clube, com dirigentes, treinador e seus assessores escutam-no. Ao lado esquerdo de Henrique Calisto está o terapêuta, brasileiro,  Fábio Gomes. Bom rapaz, melhor amigo (o meu aguadeiro e fornecedor de garrafas de água durante os jogos) excelente tratador dos atletas, corre que nem uma "gazela", pelo relvado, quando um jogador se lesiona. O Fábio Gomes, depois do futebol, é um homem de cultura e coleccionador de obras de artes, que encaixota e envia para o seu apartamento no Rio de Janeiro. Vive amancebado, com uma senhora tailandesa, confessou-me, que se sente feliz junto a ela. São os olhos amendoados que cativam os homens do ocidentais, a que o nosso mais poeta, imortal, Camões se rendeu.
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Uma multidão, compacta, junto ao autocarro do Muangthong, espera pelos jogadores e Henrique Calisto, para os saudar e obter um possível autógrafo. Normalmente vão preparados com uma "mark-pen" para uma assinatura na camisola do clube ou numa revista.
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Henrique Calisto, não escapa, seja antes, depois ou fora de jogos,à solicitação de autógrafos pelos seus fans. Ontem assim aconteceu, depois da vitória e se dirigia para o autocarro do clube. Muito lindo, um português atingir a fama no estrangeiro e para mim que assisto na Tailândia.
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A última imagem da noite depois do jogo. Quando desci do autocarro do clube encontrei estas duas jovens, junto à sede, a sorrirem-se para mim... Conhecem-me nas minhas andanças no Estádio Yamaha e não hesitei em lhes bater uma "chapa" e colocá-las neste artigo. Elas merecem!
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O video do jogo de ontem
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